domingo, 30 de abril de 2017

Esplendor Litúrgico

RETIRO – ESPLENDOR LITÚRGICO – JULHO/2014

Jo 12, 1-8
Mt 26, 6-13
Mc 14, 3-9
Seis dias antes da Páscoa, foi Jesus para Betânia, onde estava Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos. 2 Deram-lhe, pois, ali, uma ceia; Marta servia, sendo Lázaro um dos que estavam com ele à mesa. 3 Então, Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo. 4 Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, o que estava para traí-lo, disse: 5 Por que não se vendeu este perfume por trezentos denários e não se deu aos pobres? 6 Isto disse ele, não porque tivesse cuidado dos pobres; mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, tirava o que nela se lançava. 7 Jesus, entretanto, disse: Deixa-a![1] Que ela guarde isto para o dia em que me embalsamarem; 8 porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.

6 Ora, estando Jesus em Betânia, em casa de Simão, o leproso, 7 aproximou-se dele uma mulher, trazendo um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo, que lhe derramou sobre a cabeça, estando ele à mesa. 8 Vendo isto, indignaram-se os discípulos e disseram: Para que este desperdício? 9 Pois este perfume podia ser vendido por muito dinheiro e dar-se aos pobres. 10 Mas Jesus, sabendo disto, disse-lhes: Por que molestais esta mulher? Ela praticou boa ação para comigo. 11 Porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes; 12 pois, derramando este perfume sobre o meu corpo, ela o fez para o meu sepultamento. 13 Em verdade vos digo: Onde for pregado em todo o mundo este evangelho, será também contado o que ela fez, para memória sua.

3 Estando ele em Betânia, reclinado à mesa, em casa de Simão, o leproso veio uma mulher trazendo um vaso de alabastro com preciosíssimo perfume de nardo puro; e, quebrando o alabastro, derramou o bálsamo sobre a cabeça de Jesus. 4 Indignaram-se[2] alguns entre si e diziam: Para que este desperdício[3] de bálsamo? 5 Porque este perfume poderia ser vendido por mais de trezentos denários e dar-se aos pobres. E murmuravam [4]contra ela. 6 Mas Jesus disse: Deixai-a; por que a molestais? Ela praticou boa ação para comigo. 7 Porque os pobres, sempre os tendes convosco e, quando quiserdes, podeis fazer-lhes bem, mas a mim nem sempre me tendes. 8 Ela fez o que pôde: antecipou-se a ungir-me para a sepultura. 9 Em verdade vos digo: onde for pregado em todo o mundo o evangelho, será também contado o que ela fez, para memória sua.


ENCÍCLICA ECCLESIA DE EUCHARISTIA
Nos Evangelhos Sinópticos, a narração continua com o encargo dado por Jesus aos discípulos para fazerem uma cuidadosa preparação da « grande sala », necessária para comer a ceia pascal (cf. Mc 14, 15; Lc 22, 12), e com a descrição da instituição da Eucaristia. Deixando entrever, pelo menos em parte, o desenrolar dos ritos hebraicos da ceia pascal até ao canto do « Hallel » (cf. Mt 26, 30; Mc 14, 26),
Mc 14, 14-16
14 segui-o e dizei ao dono da casa onde ele entrar que o Mestre pergunta: Onde é o meu aposento no qual hei de comer a Páscoa com os meus discípulos? 15 E ele vos mostrará um espaçoso cenáculo mobilado e pronto; ali fazei os preparativos. 16 Saíram, pois, os discípulos, foram à cidade e, achando tudo como Jesus lhes tinha dito, prepararam a Páscoa. καὶ ἐξῆλθον οἱ μαθηταὶ καὶ ἦλθον εἰς τὴν πόλιν καὶ εὗρον καθὼς εἶπεν αὐτοῖς καὶ ἡτοίμασαν (aoristo) τὸ πάσχα.


Mt 26, 17-19
17 No primeiro dia da Festa dos Pães Asmos, vieram os discípulos a Jesus e lhe perguntaram: Onde queres que te façamos os preparativos para comeres a Páscoa? 18 E ele lhes respondeu: Ide à cidade ter com certo homem e dizei-lhe: O Mestre manda dizer: O meu tempo está próximo; em tua casa celebrarei a Páscoa com os meus discípulos. 19 E eles fizeram como Jesus lhes ordenara e prepararam a Páscoa. 19 καὶ ἐποίησαν οἱ μαθηταὶ ὡς συνέταξεν αὐτοῖς ὁ Ἰησοῦς καὶ ἡτοίμασαν τὸ πάσχα.
o relato, de maneira tão concisa como solene, embora com variantes nas diversas tradições, refere as palavras pronunciadas por Cristo sobre o pão e sobre o vinho, assumidos por Ele como expressões concretas do seu corpo entregue e do seu sangue derramado. Todos estes particulares são recordados pelos evangelistas à luz duma prática, consolidada já na Igreja primitiva, da « fracção do pão ». O certo é que, desde o tempo histórico de Jesus, no acontecimento de Quinta-feira Santa são visíveis os traços duma « sensibilidade » litúrgica, modulada sobre a tradição do Antigo Testamento e pronta a remodular-se na celebração cristã em sintonia com o novo conteúdo da Páscoa.
48. Tal como a mulher da unção de Betânia, a Igreja não temeu « desperdiçar », investindo o melhor dos seus recursos para exprimir o seu enlevo e adoração diante do dom incomensurável da Eucaristia. À semelhança dos primeiros discípulos encarregados de preparar a « grande sala », ela sentiu-se impelida, ao longo dos séculos e no alternar-se das culturas, a celebrar a Eucaristia num ambiente digno de tão grande mistério. Foi sob o impulso das palavras e gestos de Jesus, desenvolvendo a herança ritual do judaísmo, que nasceu a liturgia cristã. Porventura haverá algo que seja capaz de exprimir de forma devida o acolhimento do dom que o Esposo divino continuamente faz de Si mesmo à Igreja-Esposa, colocando ao alcance das sucessivas gerações de crentes o sacrifício que ofereceu uma vez por todas na cruz e tornando-Se alimento para todos os fiéis? Se a ideia do « banquete » inspira familiaridade, a Igreja nunca cedeu à tentação de banalizar esta « intimidade » com o seu Esposo, recordando-se que Ele é também o seu Senhor e que, embora « banquete », permanece sempre um banquete sacrificial, assinalado com o sangue derramado no Gólgota. O Banquete eucarístico é verdadeiramente banquete « sagrado », onde, na simplicidade dos sinais, se esconde o abismo da santidade de Deus: O Sacrum convivium, in quo Christus sumitur! - « Ó Sagrado Banquete, em que se recebe Cristo! » O pão que é repartido nos nossos altares, oferecido à nossa condição de viandantes pelas estradas do mundo, é « panis angelorum », pão dos anjos, do qual só é possível abeirar-se com a humildade do centurião do Evangelho: « Senhor, eu não sou digno que entres debaixo do meu tecto » (Mt 8, 8; Lc 6, 6).
49. Movida por este elevado sentido do mistério, compreende-se como a fé da Igreja no mistério eucarístico se tenha exprimido ao longo da história não só através da exigência duma atitude interior de devoção, mas também mediante uma série de expressões exteriores, tendentes a evocar e sublinhar a grandeza do acontecimento celebrado. Daqui nasce o percurso que levou progressivamente a delinear um estatuto especial de regulamentação da liturgia eucarística, no respeito pelas várias tradições eclesiais legitimamente constituídas. Sobre a mesma base, se desenvolveu um rico património de arte. Deixando-se orientar pelo mistério cristão, a arquitectura, a escultura, a pintura, a música encontraram na Eucaristia, directa ou indirectamente, um motivo de grande inspiração.
Tal é, por exemplo, o caso da arquitectura que viu a passagem, logo que o contexto histórico o permitiu, da sede inicial da Eucaristia colocada na « domus » das famílias cristãs às solenesbasílicas dos primeiros séculos, às imponentes catedrais da Idade Média, até às igrejas, grandes ou pequenas, que pouco a pouco foram constelando as terras onde o cristianismo chegou. Também as formas dos altares e dos sacrários se foram desenvolvendo no interior dos espaços litúrgicos, seguindo não só os motivos da imaginação criadora, mas também os ditames duma compreensão específica do Mistério. O mesmo se pode dizer da música sacra; basta pensar às inspiradas melodias gregorianas, aos numerosos e, frequentemente, grandes autores que se afirmaram com os textos litúrgicos da Santa Missa. E não sobressai porventura uma enorme quantidade de produções artísticas, desde realizações de um bom artesanato até verdadeiras obras de arte, no âmbito dos objectos e dos paramentos utilizados na celebração eucarística?
Deste modo, pode-se afirmar que a Eucaristia, ao mesmo tempo que plasmou a Igreja e a espiritualidade, incidiu intensamente sobre a « cultura », especialmente no sector estético.
50. Neste esforço de adoração do mistério, visto na sua perspectiva ritual e estética, empenharam-se, como se fosse uma « competição », os cristãos do Ocidente e do Oriente. Como não dar graças ao Senhor especialmente pelo contributo prestado à arte cristã pelas grandes obras arquitectónicas e pictóricas da tradição greco-bizantina e de toda a área geográfica e cultural eslava? No Oriente, a arte sacra conservou um sentido singularmente intenso do mistério, levando os artistas a conceberem o seu empenho na produção do belo não apenas como expressão do seu génio, mas também como autêntico serviço à fé. Não se contentando apenas da sua perícia técnica, souberam abrir-se com docilidade ao sopro do Espírito de Deus.
Os esplendores das arquitecturas e dos mosaicos no Oriente e no Ocidente cristão são um património universal dos crentes, contendo em si mesmos um voto e – diria – um penhor da desejada plenitude de comunhão na fé e na celebração. Isto supõe e exige, como na famosa pintura da Trindade de Rublëv, uma Igreja profundamente « eucarística », na qual a partilha do mistério de Cristo no pão repartido esteja de certo modo imersa na unidade inefável das três Pessoas divinas, fazendo da própria Igreja um « ícone » da Santíssima Trindade.
Nesta perspectiva duma arte que em todos os seus elementos visa exprimir o sentido da Eucaristia segundo a doutrina da Igreja, é preciso prestar toda a atenção às normas que regulamentam aconstrução e o adorno dos edifícios sacros. A Igreja sempre deixou largo espaço criativo aos artistas, como a história o demonstra e como eu mesmo sublinhei na Carta aos Artistas; (100) mas, a arte sacra deve caracterizar-se pela sua capacidade de exprimir adequadamente o mistério lido na plenitude de fé da Igreja e segundo as indicações pastorais oportunamente dadas pela competente autoridade. Isto vale tanto para as artes figurativas como para a música sacra.
51. O que aconteceu em terras de antiga cristianização no âmbito da arte sacra e da disciplina litúrgica, está a verificar-se também nos continentes onde o cristianismo é mais jovem. Tal é a orientação assumida pelo Concílio Vaticano II a propósito da exigência duma sã e necessária « inculturação ». Nas minhas numerosas viagens pastorais, pude observar por todo o lado a grande vitalidade de que é capaz a celebração eucarística em contacto com as formas, os estilos e as sensibilidades das diversas culturas. Adaptando-se a condições variáveis de tempo e espaço, a Eucaristia oferece alimento não só aos indivíduos, mas ainda aos próprios povos, e plasma culturas de inspiração cristã.
Mas é necessário que tão importante trabalho de adaptação seja realizado na consciência constante deste mistério inefável, com que cada geração é chamada a encontrar-se. O « tesouro » é demasiado grande e precioso para se correr o risco de o empobrecer ou prejudicar com experimentações ou práticas introduzidas sem uma cuidadosa verificação pelas competentes autoridades eclesiásticas. Além disso, a centralidade do mistério eucarístico requer que tal verificação seja feita em estreita relação com a Santa Sé. Como escrevia na exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in Asia, « tal colaboração é essencial porque a Liturgia Sagrada exprime e celebra a única fé professada por todos e, sendo herança de toda a Igreja, não pode ser determinada pelas Igreja locais isoladamente da Igreja universal ».(101)
52. De quanto fica dito, compreende-se a grande responsabilidade que têm sobretudo os sacerdotes na celebração eucarística, à qual presidem in persona Christi, assegurando um testemunho e um serviço de comunhão não só à comunidade que participa directamente na celebração, mas também à Igreja universal, sempre mencionada na Eucaristia. Temos a lamentar, infelizmente, que sobretudo a partir dos anos da reforma litúrgica pós-conciliar, por um ambíguo sentido de criatividade e adaptação, não faltaram abusos, que foram motivo de sofrimento para muitos. Uma certa reacção contra o « formalismo » levou alguns, especialmente em determinadas regiões, a considerarem não obrigatórias as « formas » escolhidas pela grande tradição litúrgica da Igreja e do seu magistério e a introduzirem inovações não autorizadas e muitas vezes completamente impróprias.
Por isso, sinto o dever de fazer um veemente apelo para que as normas litúrgicas sejam observadas, com grande fidelidade, na celebração eucarística. Constituem uma expressão concreta da autêntica eclesialidade da Eucaristia; tal é o seu sentido mais profundo. A liturgia nunca é propriedade privada de alguém, nem do celebrante, nem da comunidade onde são celebrados os santos mistérios. O apóstolo Paulo teve de dirigir palavras àsperas à comunidade de Corinto pelas falhas graves na sua celebração eucarística, que tinham dado origem a divisões (skísmata) e à formação de facções ('airéseis) (cf. 1 Cor 11, 17-34). Actualmente também deveria ser redescoberta e valorizada a obediência às normas litúrgicas como reflexo e testemunho da Igreja, una e universal, que se torna presente em cada celebração da Eucaristia. O sacerdote, que celebra fielmente a Missa segundo as normas litúrgicas, e a comunidade, que às mesmas adere, demonstram de modo silencioso mas expressivo o seu amor à Igreja. Precisamente para reforçar este sentido profundo das normas litúrgicas, pedi aos dicastérios competentes da Cúria Romana que preparem, sobre este tema de grande importância, um documento específico, incluindo também referências de carácter jurídico. A ninguém é permitido aviltar este mistério que está confiado às nossas mãos: é demasiado grande para que alguém possa permitir-se de tratá-lo a seu livre arbítrio, não respeitando o seu carácter sagrado nem a sua dimensão universal.

O ESPLENDOR LITÚRGICO – AUTOBIOGRAFIA PE GILBERTO

O Louvor de Deus para nós deve ser manifestado sobretudo no Esplendor Litúrgico, pois a Liturgia na Igreja de Deus tem grande importância e é expressão de toda a verdade em que a Igreja acredita. O Louvor de Deus se expressa carinhosamente na Liturgia, por isso nas nossas Constituições a Liturgia vem em primeiro lugar, pois é a forma mais concreta, mais autêntica e mais eclesiástica de louvar a Deus. As orações, na missa, são todas carismáticas; convém perceber que nós sempre nos dirigimos a Deus Pai, fazemos um pedido por Nosso Senhor Jesus Cristo na unidade do Espírito Santo.
Em minha formação seminarística, vivi envolto por esse Esplendor Litúrgico, tanto no Seminário Menor como também no Seminário Maior. No Seminário Maior o Esplendor Litúrgico era algo muito importante e muito bonito. Nas Vésperas cantadas havia seis rapazes usando capas magnas, na frente do povo, convidando-os para cantar, em seguida a incensação e depois a bênção do Santíssimo Sacramento finalizando as Vésperas, tudo era muito bonito.
É simples entender isso. Se nós falhamos nesse Esplendor Litúrgico, falhamos também na condução dessa Liturgia, rezamos mal se não rezamos com interesse ou rezamos rapidamente, esquecemos da presença divina e do povo que está na nossa frente. Pelo Esplendor Litúrgico, nós tomamos um conhecimento maior das coisas que fazemos diante de Deus e do povo, para que o povo de Deus possa louvar mais primordialmente a Deus. Então a Liturgia da igreja é o supra-sumo, por assim dizer, da nossa expressão de amor a Deus.
O Esplendor Litúrgico seria também nas suas últimas consequências, dando todo um toque de profundidade em toda a Liturgia. Que na adoração a Jesus Sacramentado, faça-se com que essa espiritualidade carismática apareça aos olhos do povo como uma coisa santa e necessária para esse povo de Deus. O povo precisa muito de criatividade, precisa de coisas bonitas, de cores, de velas, de flores, de cânticos, porque o povo de Deus somente vai pelo que lhe é tangível, pelo que vê, pelo que sente, pelas práticas que fazemos.
O salvista tem por missão formar o povo na Liturgia, é um dos pontos que a nossa Constituição fala, principalmente do Esplendor Litúrgico. A movimentação que acontece no altar, a reverência ao Santíssimo, a saída para um lado e para o outro, enfim, tudo isso é captado pelo povo. Eu não digo um teatro propriamente dito, mas se aproximando dessa realidade palpável e visível de uma espécie de um “Teatro de Deus”. O povo se encanta com essas coisas, seria muito interessante que o salvista dessem cursos de Liturgia para o povo, dessem aulas ao povo para que cada vez mais entendam aquilo que se faz no altar, porque muitas vezes pensamos que o povo entende, mas, às vezes, não está entendendo, então é preciso explicar.
Os grupos de orações que fazemos com o povo de Deus são muito importantes, são momentos lindos que afervoram muito o povo dão um sentido eclesial à nossa vida e à nossa vida de oração. Portanto, é importante levar ao povo essa adoração, como algo simples; quanto mais simples, mais intuitiva. Não pode se alongar muito, porque o povo se distrai facilmente, então para retê-lo na atenção, não se deve prolongar em muitas coisas, deve ser feita de modo mais concreto e mais rápido. Não podemos deixar de fazer isso, mesmo que outros padres ou pessoas não aceitem esse modo de louvar a Deus como nós o fazemos.


TIPO IDEAL DO QUE CELEBRA A LITURGIA DE MODO SALVISTA
A Família Salvista quer, no Louvor de Deus, propiciar o encontro da pessoa com Deus, que se dá sobretudo na Liturgia. Por isso, o Instituto empregará e usará de todo o esplendor litúrgico, levando o Povo de Deus à santidade e à perfeição em Cristo.

1.      Uso correto e pleno das rubrica, de modo a haurir toda a força salvífica da Sagrada Liturgia, sem cair no rubricismo ou no tradicionalismo vazios (Const 98 200: O Instituto sempre empregará e usará de todo o esplendor litúrgico para o Louvor de Deus, no uso apropriado das vestes, objetos, cantos, no desenvolvimento harmonioso do rito e das rubricas, e no uso mesmo do latim e do canto gregoriano, quando isto for útil e apropriado para o Louvor de Deus e para a edificação dos fiéis). 
2.      Utilização dos dons de forma ordenada (1 Cor 14 39 Portanto, meus irmãos, procurai com zelo o dom de profetizar e não proibais o falar em outras línguas. 40 Tudo, porém, seja feito com decência e ordem).
3.      Participação do povo, inclusive com expressão corporal (Entre alguns povos, o canto é instintivamente acompanhado por palmas balançando, rítmica e movimentos de dança por parte dos participantes. Tais formas de expressão externo pode ter um lugar nas ações litúrgicas destes povos na condição de que eles são sempre a expressão da oração comunitária verdadeira de adoração, oferecendo louvor e súplica, e não simplesmente uma performance. (INSTRUÇÃO: inculturação e LITURGIA ROMANA Congregação para o Culto Divino ea Disciplina dos Sacramentos

Quarta instrução para a correta aplicação da Constituição Conciliar sobre a Liturgia emitido em 29 de março de 1994. N. 42)
4.      União do Novo com o Antigo, valorizando o que há de bom no antigo, preservando e atualizando de forma nova.
5.      Obediência às normas e leis litúrgicas.
6.      Alegria Cristã ao celebrar, aceitando-se como ser humano e abrindo-se para a graça.





[1] αφιημι aphiemi
de 575 e hiemi (enviar, uma forma intensiva de eimi, ir);
1) enviar para outro lugar
1a) mandar ir embora ou partir
1a1) de um marido que divorcia sua esposa

[2] αγανακτεω aganakteo
de agan (muito) e achthos (mágoa, pesar, similar à base de 43); v
1) estar indignado, movido pela indignação, estar muito ofendido, descontente, desagradado, insatisfeito.

[3] γινομαι ginomai perfeito
prolongação e forma da voz média de um verbo primário TDNT - 1:681,117; v
1) tornar-se, i.e. vir à existência, começar a ser, receber a vida

[4] εμβριμαομαι embrimaomai
de 1722 e brimaomai (falar de modo bravo); v
1) encarregar com séria admoestação, instruir com rigor, criticar duramente

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