quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

SOBRE O BATER PALMA NA MISSA, CONFORME DOCUMENTO DA IGREJA

SOBRE O BATER PALMA NA MISSA, CONFORME DOCUMENTO DA IGREJA

INSTRUÇÃO: inculturação e LITURGIA ROMANA
Congregação para o Culto Divino ea Disciplina dos Sacramentos
________________________________________
Quarta instrução para a correta aplicação da Constituição Conciliar sobre a Liturgia emitido em 29 de março de 1994.

Nº 42
Entre alguns povos, o canto é instintivamente acompanhado por palmas balançando, rítmica e movimentos de dança por parte dos participantes. Tais formas de expressão externo pode ter um lugar nas ações litúrgicas destes povos na condição de que eles são sempre a expressão da oração comunitária verdadeira de adoração, oferecendo louvor e súplica, e não simplesmente uma performance.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Frases

‎"Vocês são veteranos do sofrimento criativo. Continuem a trabalhar com fé de que um sofrimento injusto é redentor". Martin Luther King, 1963.

“Não preciso de me drogar para ser um génio; não preciso ser um génio para ser humano, mas preciso do seu sorriso para ser feliz.” Charles Chaplin

“Naquilo que é essencialunidade; naquilo que é duvidoso, a liberdade; e em tudo, caridade”. Santo Agostinho

"O preço da liberdade é a eterna vigilância"

"Deus não é derrotado pelos fracassos humanos" Willian J C White

Diz Santo Agostinho: "A caridade dá de comer ao faminto; também a soberba o faz. A caridade para que Deus seja louvado; a soberba para louvar-se a si mesma." (Comentário ao Evangelho de São João 8,9)


"Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana seja apenas outra alma humana" - JUNG.


"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."
(Madre Tereza de Calcutá)



"No inferno os lugares mais quentes são reservados
 àqueles que escolheram a neutralidade em tempo de crise."
( Dante Alighieri )

"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências".
Pablo Neruda.

"Ninguém é mais escravo do aquele que falsamente se imagina livre". Goethe
"Deus não perguntará quantas coisas boas você fez na vida e sim quanto amor você colocou naquilo que fez". Madre Teresa de Calcutá.

"O homem só se torna maduro quando enfrenta a sua própria solidão". Papa Bento XVI

"Eu só tenho um amigo: Jesus". Padre Rufus

A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.

Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida" Arnaldo Jabor. 

"Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana seja apenas uma outra alma humana". Carl Gustav Jung

"Qual é o núcleo das três tentações que sofre Jesus? É a proposta de manipular Deus, de usá-Lo para os próprios interesses, para a própria glória e o próprio sucesso. E também, em sua essência, de colocar a si mesmo no lugar de Deus, removendo-O da própria existência e fazendo-O parecer supérfluo. Cada um deveria perguntar-se então: que lugar tem Deus na minha vida? É Ele o Senhor ou sou eu? (...) Converter-se significa não fechar-se na busca do próprio sucesso, do próprio prestígio, da própria posição, mas assegurar que a cada dia, nas pequenas coisas, a verdade, a fé em Deus e o amor tornem-se a coisa mais importante". Papa Bento XVI. Catequese de 13.02.2013. 

"Se algo rouba a paz do teu coração, é porque  ocupou o lugar de Deus". São Francisco de Assis.

«Se o homem não fala a seu coração: ‘Deus e eu estamos sozinhos no mundo’,nunca encontrará descanso», abade Alônio.

"O teólogo abre os olhos e os ouvidos aos sinais dos tempos. É chamado a ouvir atentamente, discernir e interpretar as várias linguagens do nosso tempo, e saber julgá-los à luz da palavra de Deus.” Papa Francisco, 5.12.2014


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Plano Diocesano de Pastoral - Esquema


Plano Diocesano de Pastoral

1. Introdução

2. Objetivo

3. Estrutura Pastoral

3.1 Estrutura Pastoral Diocesana

3.2 Estrutura Pastoral Paroquial
3.3. Organização Pastoral Diocesana
3.4  Plano de Manutenção da Diocese de Santo Amaro 2010

4. Lugar

5. Serviço da Palavra

5.1 PASTORAL FAMILIAR

5.2 PASTORAL VOCACIONAL

5.3 PASTORAL DOS NOIVOS

5.3 ENCONTROS DE CASAIS COM CRISTO (ECC)

5.4 PASTORAL DA JUVENTUDE

5.5 CAMPANHA DA FRATERNIDADE

5.6 COMIDI (Conselho Missionário Diocesano)

5.8 PASTORAL DO BATISMO

5.9 CATEQUESE

5.10 CONFIRMAÇÃO

5.11 PASTORAL DA EDUCAÇÃO

5.12 PASTORAL DA CULTURA

5.13 PASTORAL UNIVERSITÁRIA

5.14 ADOLESCENTES

5.15 PASTORAL DA CATEQUESE NAS ESCOLAS PÚBLICAS
 
5.15 PASTORAL DO ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS PÚBLICAS

6. Serviço da Liturgia

6.1 PASTORAL FAMILIAR

6.2 PASTORAL LITÚRGICA

6.2.1 BATISMO

6.2.2 CONFIRMAÇÃO

6.2.3 EUCARISTIA

6.2.4 MATRIMÔNIO

6.2.5 ORDEM

6.2.6 PENITÊNCIA

6.2.7 UNÇÃO DOS ENFERMOS

6.3 MINISTROS NÃO-ORDENADOS

6.5
PASTORAL DA ESPERANÇA

6.6 PASTORAL DA ARTE SACRA

7. Serviço da Caridade

 7. 1 PASTORAL FAMILIAR

7.2 AMOR EXIGENTE

7.3 PASTORAL DO DÍZIMO

7.4 Pastoral Carcerária

7.5 PASTORAL DA SAÚDE

7.6 PASTORAL DA CRIANÇA

7.7 PASTORAL DA TERCEIRA IDADE

7.8 PASTORAL OPERÁRIA
 
7.9 PASTORAL DO MENOR

7.10 Apostolado da Oração

7.11 Legião de Maria

7.12 Vicentinos

7.13 Cáritas Diocesana

7.14 Renovação Carismática Católica

8 Projetos

8. 1 PROJETO DE EVANGELIZAÇÃO PERMANENTE

8.2 Células de Evangelização

8.3 Pastoral dos Santuários


DGA - CNBB. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil – 2011 – 2015 (Documentos CNBB 94).


1. Introdução

A Pastoral é a ação da Igreja, que continua a ação salvadora de Deus na História. Como agentes de pastorais, discípulos e missionários, queremos colaborar com Cristo na salvação da humanidade obedecendo sua ordem:
“Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” (Mt 28, 18-20).
            Somos envidados pelo Mestre para formar discípulos, ensinar a todas as nações, a dimensão da Palavra que forma o ser humano. A segunda ordem é batizar, imergir o ser humano na Santíssima Trindade, a dimensão litúrgica como fonte e cume de toda a vida da Igreja (SC 10) e finalmente ensinar tudo aquilo que Jesus prescreveu, observar o mandamento o amor. Amar como Ele nos amou (cf. Jo 13, 34), num amor entrega, formado pela Palavra e alimentado na Eucaristia, que vai ao encontro de cada necessitado.
             Pregando o Evangelho, a Igreja atrai os ouvintes a crer e confessar a fé, dispõe para o Batismo, liberta da escravidão do erro e incorpora-os a Cristo, a fim de que n'Ele cresçam pela caridade, até à plenitude. E a sua ação faz com que tudo quanto de bom encontra no coração e no espírito dos homens ou nos ritos e cultura próprios de cada povo, não só não pereça mas antes seja sanado, elevado e aperfeiçoado, para glória de Deus, confusão do demônio e felicidade do homem” (LG 17). 
Da mesma forma este diretório se estrutura de acordo com o mandado do Senhor e as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil:

Serviço da Palavra
Serviço da Liturgia
Serviço da Caridade
Profeta
Sacerdote
Rei
Igreja Discípula-Missionária
e alimentada pela Palavra de Deus
Alimentada pela Eucaristia na força do Espírito Santo
Para que todos tenham vida (cf. Jo 10,10) rumo ao Reino definitivo
Lugar da Animação bíblica da vida e da Pastoral
Casa da iniciação à vida Cristã
Comunidade de comunidades; a serviço da vida plena de todos em estado permanente de missão.
Múnus docendi
Múnus sanctificandi
Múnus regendi
Ide fazer discípulos
batizar
Observar os mandamentos

Nesse plano procuramos enquadrar as pastorais de acordo com a estrutura dos tria munia de Jesus (sacerdote, profeta e rei), bem como tentamos articular os conteúdos do diretório dos sacramentos e o Plano de Manutenção da Diocese de Santo Amaro, de tal modo que tudo convirja para a Evangelização e Salvação do Povo de Deus. Obviamente, um múnus está ligado a outro, da mesma forma numa pastoral litúrgica, por exemplo, há os conteúdos da Palavra e da Caridade, o enquadramento em um serviço é tão somente na predominância que há em cada pastoral do referido múnus. Cada agente que esteja em que pastoral for, terá sempre que viver em Cristo, sacerdote, profeta e rei.
 
2. Objetivo

Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil
2011 – 2015

Jesus Cristo, “Caminho, Verdade e Vida” (Jo 14, 6)

Objetivo Geral

Evangelizar,
a partir de Jesus Cristo,
e na força do Espírito santo,
como Igreja discípula,
missionária e profética,
alimentada pela Palavra de Deus
e pela Eucaristia,
à luz da evangélica opção preferencial
pelos pobres,
para que todos tenham vida (cf. Jo 10,10),
rumo ao Reino definitivo.

49ª Assembleia Geral CNBB
Aparecida SP, de 4 a 13 de maio de 2010

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Santíssima Trindade A


SANTÍSSIMA TRINDADE A

1.                  Informações básicas
- Deus Uno e Trino
- Oração – a verdadeira fé: reconhecer a glória da Trindade e adorar a Unidade
- Leituras: Ex 34, 4-6.8-9; Dn 3; 2 Cor 13, 11-13; Jo 3, 16-18.


2. Esquemas

1º Esquema
Deus amou tanto o mundo... A Santíssima Trindade manifesta-se na História como amor, amor do Pai e do Filho que se entrega para que participemos desse amor. A comunhão da Trindade deve ser vivida de tal forma que a contemplação plena de Moisés, também nós  a façamos proclamando Deus de infinita misericórdia. Mas essa vivência não é somente de boca, mas de verdade, na concórdia, na construção da paz, para que a Graça de Deus habite em nós.

2º Esquema
A Comunhão da Trindade é Unidade, nós somos chamados não a entender, mas a experimentar, como disse o Papa Bento XVI, a Trindade está em nosso DNA, a comunhão que leva a Unidade, não é algo violento, nem forçado, mas é amor doação, que mesmo diante de nosso pecado, como no caso de Moisés, Deus manifesta seu amor, e quer que o manifestemos em nossa vida, e com toda a criação proclamamos, a Vós louvor eternamente.

3º Esquema
A Igreja deve ser epifania da Trindade, por isso deve viver esse amor do Pai que enviou seu Filho Único para a nossa Salvação no Espírito. Cada um e todos nós devemos ser a epifania do amor comunhão da Trindade que leva a Unidade Onipotente, não há louvor maior a essa manifestação de Deus como a exclamação de Moisés, Deus de clemência e misericórdia, de tal forma que nossa vida louve a Deus e com toda a Criação, na Eternidade adoremos a Trindade e sua Unidade. 

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Bênção dos pães de Santo Antonio


BÊNÇÃO DOS PÃES DE SANTO ANTONIO

Senhor Pai Santo, Deus eterno e todo poderoso Abençoai + este pão, pela intercessão de Santo Antonio, que por sua pregação e exemplo, distribuiu o pão da vossa palavra aos vossos fieis. Este pão recorde aos que o comerem ou distribuírem com devoção, o pão que vosso Filho multiplicou no deserto para a multidão faminta, o pão eucarístico que nos dais todos os dias no mistério da Eucaristia; e fazei que este pão nos lembre o compromisso para com todos os nossos irmãos necessitados de alimento corporal e espiritual. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, pão vivo que desceu do Céu, e dá a vida e a salvação ao mundo na unidade do Espírito Santo. Amém.

Em seguida asperge-se o pão com água benta.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Exame de consciência completo


Exame de consciência
Exame inicial:
Há quanto tempo eu não me confesso? 2. Alguma vez deixei de confessar um pecado grave, ou conscientemente disfarcei ou escondi um tal pecado? Nota: Esconder deliberadamente um pecado mortal invalida a confissão, e é igualmente pecado mortal. Lembre-se que a confissão é privada e sujeita ao Sigilo da Confissão, quer dizer que é pecado mortal para um sacerdote revelar a quem quer que seja a matéria de uma confissão. 3. Alguma vez fui irreverente para com este Sacramento, não examinando a minha consciência com o devido cuidado? Alguma vez deixei de cumprir a penitência que o sacerdote me impôs? Tenho quaisquer hábitos de pecado grave que deva confessar logo no início (por exemplo, impureza, alcoolismo, etc.)?

1º Mandamento : Adorar a Deus e amá-Lo sobre todas as coisas. Tenho posto em dúvida ou negado, deliberadamente, alguma verdade de fé? Li algum livro contra a religião? Abandonei os meios necessários para a salvação (oração, sacramentos)? Tenho procurado adquirir formação religiosa, de acordo com a minha condição? Faltei ao respeito das coisas santas (por ex. omitindo a genuflexão diante do Sacrário por desprezo), da Igreja ou dos seus Ministros? Rezo e frequento os sacramentos de má vontade? Recebi indignamente algum sacramento? Sou supersticioso? Pratiquei a superstição, a magia, o espiritismo ou bruxaria? Pratiquei a umbanda, camdomblé, Jorei, passes, mesa branca ou macumba? Consultei os mortos? Desenvolvi a “mediunidade” ou “recebi” espíritos dos mortos? Pratiquei a advinhação através da astrologia, do jogo do copo, do pêndulo, das cartas do tarôt, da leitura da palma da mão ou coisas semelhantes? Acreditei em horóscopos? Usei amuletos como a ferradura, os cristais, iemanjá, Buda, figas ou coisas semelhantes? Acreditei nas "energias", no New Age, Seicho no ie, na reencarnação, no Reiki, ou em coisas semelhantes? Usei coisas, li textos, ou ouvi músicas que invocam explicitamente o demônio? Revolto-me contra Deus nas minhas tribulações? Nego ou ponho em duvida de alguma verdade revelada por Deus? Sou membro de alguma organização religiosa não católica, de alguma sociedade secreta ou de um grupo anti-católico? Omiti algum dever ou prática religiosa por respeitos humanos? Recomendo-me a Deus diariamente? Tenho rezado fielmente as minhas orações diárias? Tenho contribuído o tanto quanto posso para apoiar a Igreja?

2º Mandamento : Não invocar o Santo nome de Deus em vão. Blasfemei ou disse palavras injuriosas contra Deus, contra os Santos ou contra as coisas santas? Jurei sabendo que era falso o que prometia? Jurei fazer alguma coisa que não é justa ou lícita? Reparei os prejuízos que daí tenham decorrido? Deixei de cumprir algum voto ou promessa grave?

3º Mandamento : Santificar os Domingos e festas de Guarda. Faltei à Missa ao Domingo ou festa de Guarda? Trabalhei ou mandei trabalhar nesses dias sem necessidade urgente? Creio em tudo o que a Santa Igreja Católica ensina? Discuti os seus mandamentos que são mandamentos de Cristo? Guardei abstinência nas sextas-feiras de acordo com a Conferência Episcopal? Jejuei Quarta-feira de Cinzas e Sexta-feira Santa? Confessei-me pelo menos uma vez ao ano? Comunguei durante o tempo estabelecido para cumprir o preceito Pascal?

4º Mandamento : Honrar pai e mãe e os outros legítimos superiores. Obedeci aos meus pais e legítimos superiores? Manifestei- lhes o devido amor e respeito? Entristeci-os? Zanguei-me com os meus irmãos? Maltratei-os? Dei maus exemplos aos meus filhos ou subordinados, não cumprindo os meus deveres religiosos, familiares ou profissionais? Corrigi com firmeza os seus defeitos ou descuidei-me nisso por comodidade? Ameacei-os, maltratei-os ou prejudiquei-os com palavras ou obras, ou desejei-lhes algum mal, grave ou leve? Sacrifiquei os meus gostos, caprichos, passatempos, etc., para cumprir o dever de me dedicar à minha família? Evitei os conflitos com os filhos não dando importância demasiada a minúcias que se podem vencer com o tempo e o bom humor? Fui amável com os estranhos e, ao contrário, pouco amável na vida de família? Discuti com o meu marido (a minha mulher)? Evitei repreendê-lo(a) ou discutir diante dos filhos? Tenho-lhe faltado ao respeito? Tenho, com isto dado mau exemplo? Deixei muito tempo sozinho(a) o meu marido (a minha mulher)? Tenho procurado aumentar a fé na Providência, esforçando-me ao mesmo tempo por ganhar o dinheiro suficiente para poder ter ou educar mais filhos? Deixei de ajudar, dentro das minhas possibilidades, os meus familiares nas suas necessidades espirituais ou materiais? Também em relação aos filhos: Tenho negligenciado suas necessidades materiais?  Tenho falhado em cuidar do seu batismo?  Tenho falhado em cuidar da sua apropriada educação religiosa? Tenho permitido a eles negligenciar seus deveres religiosos? Tenho negado a sua liberdade de casar ou de seguir vocação religiosa? 

5º Mandamento : Não matar nem causar outro dano no corpo ou na alma a si mesmo ou ao próximo. Causei prejuízos ao próximo com palavras ou com obras? Desejei-lhe mal? Manifestei ódio ou rancor a alguém? Perdoei de todo o coração as ofensas que recebi? Deixei de falar ou nego a saudação a alguém? Tenho ajudado outros a pecar? Escandalizei o próximo, incitando-o a pecar, com as minhas conversas, o meu modo de vestir, convidando-o para assistir a algum espetáculo mau ou emprestando-lhe algum livro ou revista maus? Procurei reparar o mal causado pelo escândalo? Cheguei a ferir ou a tirar a vida ao próximo? Colaborei, de algum modo, em atos que ocasionassem a morte de um inocente? Pratiquei, aconselhei ou facilitei o crime grave do aborto? Fui gravemente imprudente na condução de veículos motorizados? Deixei-me vencer pela ira? Cometi algum atentado contra a minha vida? Embriaguei-me ou, levado pela gula, comi mais do que devia? Tomei drogas? Preocupei-me eficazmente pelo bem do próximo, advertindo-o de algum grave perigo material ou espiritual, em que se encontrava ou corrigindo-o como exige a caridade cristã? Tenho ficado contente com a infelicidade de alguém? Tenho recebido a Santa Comunhão em estado de pecado mortal?

6º e 9º Mandamentos : Guardar castidade nas palavras e nas obras. Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos. Consenti em pensamentos e desejos impuros? Fixei o olhar, falei ou li coisas desonestas? Fiz ações impuras? Sozinho (masturbação) ou acompanhado (adultério, fornicação [sexo pré-marital], "curtir", procurando o prazer sexual fora de uma relação conjugal)? Havia alguma circunstância - de parentesco, matrimônio, consagração a Deus, ou menoridade - que tornassem mais grave aquela ação? Assisti a espetáculos ou conversas que me colocaram numa situação próxima do pecado? Tenho em conta que expor-me a essa ocasião já é um pecado? Vi pornografia através da Internet, revistas, filmes, etc.? Antes de assistir a um espetáculos ou de ler um livro ou uma revista, procuro informar-me sobre a sua classificação moral para evitar a ocasião de pecado ou o perigo de deformação da consciência que pode ocasionar-me? Usei do matrimônio indevidamente (sexo oral, sexo anal, etc.)? Neguei ao meu cônjuge os seus direitos? Uso do matrimônio somente naqueles dias em que julgo não poder haver descendência, atuando deste modo sem razões graves? Tomei remédios ou usei de outros meios artificiais para evitar os filhos? Aconselhei outros a tomá-los? Faltei à fidelidade conjugal por pensamentos e ações? Mantenho amizades que são ocasião habitual deste pecado de infidelidade? Estou disposto(a) a abandoná-las? Visto-me com decência ou sou provocante pondo em evidência aquelas partes do meu corpo que mais chamam a atenção do sexo oposto? Sou casado (a) na Igreja Católica com uma pessoa, convivo maritalmente (“juntado”) com outra pessoa e estou comungando? Sou solteiro (a), convivo maritalmente (“juntado”) com outra pessoa e estou comungando? Cometi algum pecado impuro contra a natureza (homossexualismo ou lesbianismo, etc.)?
Note bem: Não tenha receio de confessar ao sacerdote qualquer pecado impuro que tenha cometido. Não esconda ou tente disfarçá-lo. O sacerdote está ali para o ajudar e perdoar. Nada do que possa dizer o escandalizará; por isso, não tenha medo, por mais envergonhado que esteja.

7º e 10º Mandamentos : Não furtar nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo. Não cobiçar as coisas alheias. Roubei algum objeto ou alguma quantia em dinheiro? Reparei os prejuízos causados ou restituí as coisas roubadas na medida das minhas possibilidades? Defraudei a minha mulher (o meu marido nos seus bens)? Paguei aos outros os salários devidos pelo seu trabalho? Cumpri rigorosamente os meus deveres sociais: o pagamento de seguros, impostos, etc.? Desrespeitei os direitos de autor, copiando livros, software, filmes ou músicas? Comprei ou vendi produtos “pirata” ou roubados? Dei o meu apoio a programas de ação social e política imorais e anticristãos? Prejudiquei, de algum modo, o próximo nos seus bens? Enganei o próximo cobrando, mais do que o justo ou combinado? Reparei o prejuízo causado? Trabalhei como devia, com honradez e sentido de responsabilidade? Deixei, por preguiça, que se produzissem graves prejuízos no meu trabalho? Realizei o meu trabalho lembrado de que a Deus não se oferecem coisas mal feitas? Facilito o trabalho dos outros ou estorvo-o de alguma maneira, como, por exemplo, com discussões, interrupções, derrotismos, etc.? Abusei da confiança dos meus superiores? Tolerei abusos ou injustiças que tinha obrigação de impedir? Fiz acepção de pessoas ou manifestei favoritismos? Gastei mais do que permitem as minhas possibilidades, sobrecarregando, injustamente, o orçamento familiar? Deixei de prestar à Igreja a ajuda conveniente? Dei esmolas de acordo com a minha condição econômica? Aceitei, com sentido cristão, a carência de coisas necessárias? Deixei estragar, por negligência, a propriedade de outrem? Fui negligente na guarda do dinheiro ou bens de outrem? Tive inveja de alguém, por ter algo que eu não tenho? Tenho sido avarento? Tenho sido cúpido e invejoso, dando demasiada importância aos bens e confortos materiais? O meu coração inclina-se para as posses terrenas ou para os verdadeiros tesouros do Céu?
8º Mandamento : Não levantar falsos testemunhos nem de qualquer outro modo faltar à verdade ou difamar o próximo.
Disse mentiras? As minhas mentiras causaram a alguém danos materiais ou espirituais? Copiei (“colei”) nos exames? Fugi das aulas (cabulas)? Reparei os prejuízos causados? Minto habitualmente com a desculpa de que se tratar de coisas de pouca importância? Revelei, sem motivo justo, defeitos graves alheios que, embora reais, são desconhecidos? Reparei de algum modo os prejuízos causados, por exemplo, falando dos aspectos positivos dessa pessoa? Fiz julgamentos temerários a respeito de alguém (isto é, acreditei firmemente, sem provas suficientes, que eram culpados de algum defeito moral ou crime)? Caluniei, atribuindo ao próximo defeitos que não eram verdadeiros? Atingi o bom nome de alguém, revelando faltas autênticas mas ocultas (maledicência)? Já reparei os males causados ou estou disposto a fazê-lo? Disse mal dos outros - de pessoas ou instituições - baseando-me apenas nos boatos de: “contaram-me” ou no “diz-se”? Por outras palavras: colaborei na calúnia ou na murmuração? Fui culpado de fazer intrigas (isto é, de contar alguma coisa desfavorável que alguém disse de outra pessoa, para criar inimizade entre eles)? Tenho presente que a diversidade de opiniões políticas, profissionais ou ideológicas, não deve ofuscar-me até o ponto de julgar ou falar mal do próximo, e que essas divergências não são motivo para manifestar os seus defeitos morais, a menos que o exija o bem comum? Julguei ou fui preconceituoso o outro por causa de sua cor, time, partido político ou outros atributos? Jurei falso ou assinei documentos falsos? Sou crítico ou negativo sem necessidade ou falto à caridade nas minhas conversas? Lisonjeei outras pessoas? Sou escrupuloso, vendo pecado onde não existe? Sou hipócrita, puritano, impondo carga desumana a outros?

Com relação aos que convivem maritalmente e não estão casados, ou foram casados com outros e vivem em adultério, conforme o Catecismo da Igreja Católica: 1650. “Hoje em dia e em muitos países, são numerosos os católicos que recorrem ao divórcio, em conformidade com as leis civis, e que contraem civilmente uma nova união. A Igreja mantém, por fidelidade à palavra de Jesus Cristo («quem repudia a sua mulher e casa com outra comete adultério em relação à primeira; e se uma mulher repudia o seu marido e casa com outro, comete adultério»: Mc 10, 11-12), que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro Matrimônio foi válido. Se os divorciados se casam civilmente, ficam numa situação objetivamente contrária à lei de Deus. Por isso, não podem aproximar-se da comunhão eucarística, enquanto persistir tal situação. Pelo mesmo motivo, ficam impedidos de exercer certas responsabilidades eclesiais. A reconciliação, por meio do sacramento da Penitência, só pode ser dada àqueles que se arrependerem de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo e se comprometerem a viver em continência completa”.

Orientações:
1º Nessa situação, ouça a voz de Cristo pela Igreja conforme acima; 2º Nenhum padre, fora das condições acima, pode dar a absolvição sacramental e permitir a comunhão eucarística; 3º Em caso de dúvida, converse com o confessor para analisar sua situação; 4º O padre poderá te orientar sobre o processo de nulidade matrimonial junto ao Tribunal Eclesiástico da união anterior, sobre causas de nulidade (liberdade, consentimento, erro de pessoa etc.) e como pode-se instruir um processo junto a padres da Diocese especializados. 5º Nada impede a abertura de coração, sobre duvidas interiores e receber a bênção de Deus (não a absolvição sacramental) para seguir o caminho da misericórdia e atuar na Igreja. (Conforme Catecismo da Igreja Católica, n. 1651).

Perguntas freqüentes:
1. Um padre pode dar a absolvição para uma pessoa que convive maritalmente com um recasado? Não, porque não há como se arrepender porque o pecado permanece. Essa mesma pessoa pode comungar? Não, porque está em estado de pecado. 2. Uma pessoa separada de um cônjuge, casados na Igreja, pode namorar? Não, seria adultério. 3. Pode-se namorar uma pessoa que foi casada na Igreja e hoje está divorciada? Não, seria adultério. 4. Com o casamento somente no civil é possível confessar e comungar? Não, seria adultério para a Igreja. 5. Uma pessoa separada de um cônjuge com casamento na Igreja Católica, se vive só pode comungar?  Sim, se se vive em castidade. 6. Uma pessoa que vive maritalmente com outra (“juntada”) pode comungar? Não, está no pecado da fornicação. 7. Um padre pode absolvê-la de tal pecado? Não, enquanto a convivência se mantiver. 8. Se uma pessoa vive na mesma casa, mas não vive maritalmente pode comungar? Sim, conforme o Papa Bento diz: “Enfim, caso não seja reconhecida a nulidade do vínculo matrimonial e se verifiquem condições objetivas que tornam realmente irreversível a convivência, a Igreja encoraja estes fiéis a esforçarem-se por viver a sua relação segundo as exigências da lei de Deus, como amigos, como irmão e irmã; deste modo poderão novamente abeirar-se da mesa eucarística, com os cuidados previstos por uma comprovada prática eclesial” (Sacramentum Caritatis, n. 29).


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Vida Religiosa hoje


Vida Religiosa Hoje

Discurso do Papa Bento XVI aos Bispos do Paraná em 5.10.09

...Perante a diminuição dos membros em muitos Institutos e o seu envelhecimento, evidente em algumas partes do mundo, muitos se interrogam se a vida consagrada seja ainda hoje uma proposta capaz de atrair os jovens e as jovens. Bem sabemos, queridos Bispos, que as várias Famílias religiosas desde a vida monástica até às congregações religiosas e sociedades de vida apostólica, desde os institutos seculares até às novas formas de consagração tiveram a sua origem na história, mas a vida consagrada como tal teve origem com o próprio Senhor que escolheu para Si esta forma de vida virgem, pobre e obediente. Por isso a vida consagrada nunca poderá faltar nem morrer na Igreja: foi querida pelo próprio Jesus como parcela irremovível da sua Igreja. Daqui o apelo ao compromisso geral na pastoral vocacional: se a vida consagrada é um bem de toda a Igreja, algo que interessa a todos, também a pastoral que visa promover as vocações à vida consagrada deve ser um empenho sentido por todos: Bispos, sacerdotes, consagrados e leigos.

Entretanto, como afirma o decreto conciliar Perfectae caritatis, «a conveniente renovação dos Institutos depende sobretudo da formação dos membros» (n. 18). Trata-se de uma afirmação fundamental para toda a forma de vida consagrada. A capacidade formativa de um Instituto, quer na sua fase inicial quer nas fases sucessivas, está no centro de todo o processo de renovação. «De fato, se a vida consagrada é, em si mesma, uma progressiva assimilação dos sentimentos de Cristo, resulta evidente que um tal caminho terá de durar a vida inteira para permear toda a pessoa (...) e torná-la semelhante ao Filho que Se entrega ao Pai pela humanidade. Assim entendida, a formação já não é apenas um tempo pedagógico de preparação para os votos, mas representa um modo teológico de pensar a própria vida consagrada, que em si mesma é uma formação jamais terminada, uma participação na ação do Pai que, através do Espírito plasma no coração os sentimentos do Filho» (Instr. Partir de Cristo, 15).

Pelo modo que considerardes mais oportuno, venerados irmãos, fazei chegar às vossas comunidades de consagrados e consagradas, independentemente do serviço claustral ou apostólico que estão desempenhando, a viva gratidão do Papa que de todas e todos se recorda nas suas orações, lembrando em especial os idosos e doentes, quantos atravessam momentos de crise e de solidão, quem sofre e se sente confuso e também os jovens e as jovens que hoje batem à porta das suas Casas e pedem para se entregar a Jesus Cristo na radicalidade do Evangelho. Agora, invocando o celeste patrocínio de Maria, modelo perfeito de consagração a Cristo, confirmo-vos mais uma vez a minha estima fraterna e concedo-vos, extensiva a todos os fiéis confiados aos vossos cuidados pastorais, uma propiciadora Bênção Apostólica.

Fonte: www.cnbbs2.org.br

Algumas estatísticas que preocupam o Papa Bento XVI

1. Vida religiosa nos Estados Unidos da América

1.1  Irmãs Religiosas

1966 – 181.421
1988 – 106.912
1993 -  94.022

Obs - 3% tem menos de 40 anos

1.2  Ordens Religiosas

Jesuítas          ano                                         ano
1965                                       2000
padres             5277                                       3172
seminaristas      3559                                           38

Franciscanos ano                                          ano
1965                                       2000
padres             2534                                       1492
seminaristas      2251                                           60

Redentoristas ano                                        ano
1965                                       2000
padres             1148                                         349
seminaristas      1128                                           24

2. Brasil

2.1  Religiosas
ano                                         ano
1965                                       2000
                        40.513                                    33.333

2.2 Noviças
ano                                         ano
1970                                       2003
                        1.450                                      1.558
Obs. Lembrando que nesse período a população feminina dobrou.

3. Europa

3.1 Monges

ano                  Mosteiros                  Monges

1880                107                             2.765
1910                156                             6.457
1930                188                             8.170
1950                205                             10.509
1960                237                             12.131
1965                225                             12.070
1983                266                             9.453
hoje                                                    4.835


3. Alguns Outros exemplos

3.1 – Agostinhos da Assunção
            padres                         religiosos
1959                                       1960
1990    821                             1076
2004    600                               921

3.2 – Clérigos de São Viator
religiosos
1959    1801
2004    596

3.3 – Clérigos Regulares de São Paulo (Barnabitas)
religiosos
1959    634
1990    431
2004    391

3.4 – Congregação dos Clérigos Regulares (Teatinos)
religiosos
1959    1.205
1990       161
2004        189

3.5 – Congregação dos Missionários das Sagrada Família
religiosos
1959    1.155
1990    1.033
2004       958

3.6 – Congregação do Santíssimo Sacramento
religiosos
1959    1.521
1990    1.080
2004      931

3.7 – Companhia de Jesus (Jesuítas)
religiosos
1950   29.032
1959    34.293
1990    25.594
2009    18.516

3.8 – Sociedade do Divino Salvador (Salvatorianos)
1959    1.304
1990    1.258
2004    1.218

3.9 – Ordem dos Frades Menores (Franciscanos)
1959    26.162
1990    19.214
2009    14.724

3.10 – Ordem de São Bento (Beneditinos)
1959    11.500
1990     9.094
2009    7.508

3.11 – Ordem dos Frades Menores Capuchinhos
1959    15.442
1990    11.717
2009    10.953

3.12 – Ordem dos Frades Menores Conventuais
1959    4.348
1990    4.308
2009    4.406

3.13 – Congregação do Santíssimo Redentor (Redentoristas)
1959    8.900
1990    6.213
2009    5.482

3.14 – Ordem dos Carmelitas Descalços
1959    4.236
1990    3.682
2009    3.971

3.15 – Ordem dos Pregadores (Dominicanos)
1959    9.508
1990    6.899
2009    5.923

Fonte: http://www.catholic-hierarchy.org
Muitos outros dados nesse site.

Rezemos para que o Espírito Santo suscite o crescimento da Vida Religiosa, com numerosas e santas vocações, e também novas formas de vida religiosa, como é desejo do Senhor e da Igreja (Cân. 576).


Veni Creator Spiritus!   Vem, Espírito Criador!
Vinde Espírito Criador, a nossa alma visitai 
e enchei os corações com vossos dons celestiais.
Vós sois chamado o Intercessor de Deus excelso dom sem par,
a fonte viva, o fogo, o amor, a unção divina e salutar.
Sois o doador dos sete dons e sois poder na mão do Pai, 
por Ele prometido a nós, por nós seus feitos proclamai.
A nossa mente iluminai, os corações enchei de amor, 
nossa fraqueza encorajai, qual força eterna e protetor.
Nosso inimigo repeli, e concedei-nos a vossa paz, 
se pela graça nos guiais, o mal deixamos para trás.
Ao Pai e ao Filho Salvador, por vós possamos conhecer 
que procedeis do Seu amor, fazei-nos sempre firmes crer.
Amém!

Oremos.
Ó Deus, olhai com bondade para os Institutos de Vida Consagrada,
e concedei-lhes sempre novos membros,
para que possam levar seus filhos à perfeição da caridade
e trabalhar eficazmente na salvação de todos.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
na unidade do Espírito Santo.
Amém.